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Artigos articles

25/04/2016 - Memore Restori

Para uma Igreja em saída: novos caminhos para uma animação missionária

As palavras do Papa Francisco apontam para uma ”teologia em saída” aberta às necessidades e às emergências da humanidade, marcando presença e agindo na arena do mundo. Os cenários da atualidade nos provocam repensar uma missão e uma Animação Missionária que abrange a realidade toda, para que seja sustentada por uma apropriada reflexão teológica, uma conversão interior, uma clareza de horizontes e uma ousada ação evangelizadora.

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26/03/2016 - Sidnei Marco Dornelas, CS

Espiritualidade para a missão inter-gentes junto aos migrantes

Num mundo cada vez mais fechado sobre si mesmo, aparentemente sem horizontes para se expandir, e cuja instabilidade se manifesta pela intensificação de seus fluxos, a Igreja redescobre sua vocação “peregrina” e missionária. A missionariedade da Igreja brota da Trindade, e como em suas origens bíblicas e históricas, é conduzida a se identificar com aqueles que vivem em deslocamento, e que muitas vezes não têm qualquer pátria. É em meio a essa realidade que hoje se houve falar da “missão inter gentes” (em contraponto ao que ainda hoje chamamos de missão “ad gentes”). Entre os povos em mobilidade surgem novos âmbitos de missão, onde podemos ter a oportunidade de outros encontros motivados pelo Espírito.

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25/03/2016 - Paulo Suess

Processos pós-conciliares de descolonização e práticas da missão colonial em stand by

A descolonização da memória, do saber e de práticas pastorais é um processo permanente. Nesse processo, são questionados alinhamentos com sistemas, aberta ou veladamente contrários à Boa Nova de Jesus.  A razão dessa descolonização é a memória do sofrimento histórico de sujeitos (indígenas, afrodescendentes, mulheres, minorias, pobres) que hoje lutam pela releitura e supressão de tradições teológicas hegemônicas, por um novo conceito plural de universalidade e pela participação constitutiva de sua palavra contextualmente situada.

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10/11/2015 - Paulo Suess

Peregrinos vigilantes, místicos militantes, profetas de uma Igreja em saída

Como viver o carisma de cada comunidade de Vida Consagrada e Apostólica, um carisma que se propõe a “seguir Cristo `mais de perto´” (PC 1b) e que “se torna missão” (VC 72a), segundo a vontade de Deus e as necessidades do mundo na unidade do Espírito Santo e em comunhão com a Igreja? Essa me parece ser a pergunta essencial que nos foi feita por ocasião do “Ano da Vida Consagrada”. Ela articula quatro questões que isoladamente não podemos responder: a questão da identidade do carisma; a vontade suprema de Deus; a necessidade de encontrar um sentido nessa vida para uma humanidade sofrida e, muitas vezes, sem rumo; a unidade eclesial na diversidade do Espírito

(Palestra proferida no “Congresso Nacional da Vida Consagrada” da Conferência Nacional dos Religiosos do Brasil (CRB), no dia 7.04.2015, em Aparecida/SP).

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29/09/2015 - Rafael Lopez Villaseñor

Elementos para uma leitura dos sinais dos tempos

Este artigo pretende criar provocações para uma interpretação dos sinais dos tempos. Procuramos apanhar alguns elementos que possam ajudar na leitura das conjunturas da sociedade moderna provisória, chamada pelos sociólogos de líquida, em que as relações, os hábitos e as formas de proceder mudam em um tempo muito curto. Na modernidade líquida os paradigmas tradicionais se enfraquecem e se alteram de maneira muito rápida, os vínculos humanos se fragilizam e se flexibilizam; assim, nasce uma religiosidade subjetiva, individualista e difusa, desligada das instituições, que tem suas implicações na atuação missionária.

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27/08/2015 - Estêvão Raschietti

A missão ad gentes no ministério do missionário presbítero

A inquietante perspectiva ad gentes lança, logo de cara, algumas provocações para o ministério do presbítero e para a vida da Igreja no seu conjunto, pois refletir sobre seu significado é muito mais que resgatar a dimensão missionária da vocação batismal. Ad gentes, “aos povos”, tem a ver com o mandato do Senhor: “Ide, portanto, e fazei que todas as nações se tornem discípulas” (Mt 28,19). Não é um mandato qualquer e somente para alguns: é um envio fundamental que diz respeito a identidade mais nuclear do Evangelho e da própria constituição da Igreja. No que diz respeito aos ministros ordenados, cuja missão é universal e não restrita a um território (cf. PO 10), podemos nos perguntar: porque tão poucos presbíteros são enviados além-fronteiras por suas igrejas? Porque as exigências do mandato missionário não são parte integrante e “elemento primordial” (RMi 83) da formação presbiteral? Porque nos documentos eclesiais, nos planos de pastoral, nos cursos de capacitação, assistimos a inúmeras, constantes e intrigantes tentativas de domesticar a missão ad intra, quando ela é ad extra por sua própria natureza?

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31/05/2015 - Estêvão Raschietti

Concílio Vaticano II – A dimensão (da renovação) eclesial, pastoral e missionária: cenário e apelos

Lembrar hoje do Vaticano II não deve representar para a Igreja Católica a comemoração de uma recorrência qualquer, nem tampouco e simplesmente a celebração da memória de um evento marcante, importante, sem dúvida, único na história. . O Concílio foi o evento-chave no qual a Igreja redefiniu radicalmente seu compromisso essencial e profético diante do mundo de hoje, inaugurando uma época de transição de uma cristandade fechada e autocomplacente para uma igreja mundial e missionária.  A que ponto está o conjunto da Igreja nesta travessia 50 anos depois? A Igreja no seu conjunto encarou de verdade a dimensão da renovação, a profundidade da conversão e o tamanho da transformação eclesial, pastoral e missionária proposta pelo Vaticano II, ou domesticou sua recepção?

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23/04/2015 - Estêvão Raschietti

O núcleo identitário e a dimensão profético missionária da VRC

Todos percebemos a interminável situação de mal-estar e de desencanto na VRC que se estende até hoje, que não acena a propor perspectivas de solução e que se aproxima simpaticamente à profunda tristeza dos discípulos de Emaús (cf. Lc 24,17). Essa estagnação, porém, pode representar um providencial e sofrido kairós. De um lado, enxergamos como um tratamento agressivo, inútil e perigoso insistir em manter muitas de nossas instituições e obras em estado terminal. Por outro, sentimos a necessidade “abandonar as estruturas caducas” (DAp 365) e de re-encantar-nos com novos horizontes, re-fazer nossos projetos, re-tornar ao essencial e re-pensar tudo novamente. Mas algo nos impede de chegar no cerne exato da questão: algo nos bloqueia na hora de ousar, de mudar e de agir.

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01/10/2014 - Estêvão Raschietti, sx

A proposta da Missão Continental e missão ad gentes

Para entender a caminhada da Igreja na América Latina e Caribe é preciso captar bem a proposta de renovação eclesial da Missão Continental, reconhecendo que o termo “missão” abrange hoje não apenas toda a atividade da Igreja, mas principalmente a sua própria essência estruturante. Necessitamos reconfigurar sistematicamente uma visão global de missão que articule corretamente as várias dimensões paradigmáticas e programáticas, as missões e as missionariedades. Neste quadro e neste contexto somos chamados a encontrar a contribuição referencial da missão ad gentes para a Nova Evangelização e para a pastoral missionária.

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08/05/2014 - Paulo Suess

O enviado para incomodar: Tomás Balduíno

Morreu no dia 2 de maio em Goiânia, o bispo emérito da cidade de Goiás, dom Tomás Balduíno, aos 91 anos de idade. Dom Tomás era uma memória viva da pastoral indigenista da Igreja Católica. Ele enriqueceu essa pastoral com a herança dominicana, viva em pessoas como Las Casas, António e Montesinos e Chenu. A pastoral indigenista pós-conciliar foi forjada na resistência à ditadura militar, à falácia do progresso e às promessas da integração sistêmica. Essa resistência perpassa uma mancha de sangue de testemunhas qualificados na grande tribulação – precursores da páscoa definitiva.

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